Tenho a convicção que o candidato que lidera as pesquisas para o 1º turno, nunca projetou ser presidente da república. Isto, definitivamente, nunca esteve nos planos do deputado. E digo isso, porque se tivesse pensado nesta possibilidade, não teria falado tanta bobagem e feito tanta grosseria na sua timeline da vida real. Tá certo, ele chegou até aqui, em função do que disse, transformando-se num fenômeno das mídias sociais. A tal expressão “mito” o consagrou no Face e Whats. Mas ele criou o seu maior inimigo, ele mesmo. Bolsonaro pode perder as eleições para ele mesmo.  O Bolsonaro de hoje, se defende do Bolsonaro de ontem, das suas declarações, do seu passado. Quem o escolheu como candidato, o escolheu por todas as declarações polêmicas. Mas estes, não são suficientes para elegê-lo. O grande embate desta eleição é: Bolsonaro contra Bolsonaro. Nestes dias, sai de cena o Velho Bolsonaro e entra uma espécie de Bolsonaro “paz e amor”. A missão? Juntar os dois tipos de eleitores em um único voto. Mas este filme eu já vi. Quer um spoiler?

2 COMENTÁRIOS

  1. Considero correta tu análise porém eu colocaria 2 ressalvas: a troca de comportamento por assim dizer demostra a iniciativa do candidato de enganar seus eleitores, fruto de uma debilidade ética e moral, falta de princípios. O remake do “paz e amor” neste caso não é da austeridade combativa sindicalistas para uma mais versátil, mais consensual e negociadora no caso de Lula, a versão “paz e amor” de Bolsonaro é uma notória fraude, maquiando discurso, atitudes e rompantes, é tão fraude que nem ele mesmo acredita.

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